
Na luta diária contra os quilinhos extras, os substitutos do açúcar, também conhecidos como adoçantes, podem ser nossos grandes aliados. Eles possuem capacidade adoçante superior à da sacarose, o açúcar de mesa, mas não contêm a mesma quantidade das indesejáveis calorias e, por isso, podem fazer parte de uma dieta para gerenciamento de peso.
Para se ter uma idéia do poder de doçura desses produtos, o aspartame (4 kg/g) adoça de 160 a 220 vezes mais que o açúcar, a sucralose (0 kg/g) é 600 vezes mais doce e o acesulfame-K (0 kg/g) é 200 vezes mais doce.
Os adoçantes são freqüentemente indicados por nutricionistas para compor a alimentação de pessoas que possuem restrição ao consumo de açúcar, como os diabéticos, e são também os preferidos das pessoas que simplesmente optam por consumir preparações menos calóricas.
São várias as opções de substitutos de açúcar disponíveis no mercado. Quando os adoçantes não fornecem energia, ou fornecem uma quantidade não significativa, são classificados como adoçantes não nutritivos. A sucralose, o aspartame, o acessulfame-K e a sacarina são exemplos incluídos nessa classificação.
A partir do momento em que entraram para o mercado, os adoçantes passaram a ser alvos de pesquisas. Mas os resultados são otimistas, pois diversos estudos realizados com a sucralose, por exemplo, mostraram que o adoçante derivado da cana-de-açúcar não apresenta risco à saúde, podendo ser utilizado inclusive por gestantes e crianças
A FDA - agência federal norte-americana responsável pela segurança dos alimentos - definiu doses diárias aceitáveis para o consumo desses produtos.
As doses representam o quanto uma pessoa pode ingerir diariamente, por toda sua vida, sem sofrer nenhum tipo de efeito adverso. Elas variam de acordo com o tipo de adoçante e são calculadas considerando o peso da pessoa.
Portanto, em caso de dúvida, converse sempre com seu nutricionista. Ele é a pessoa certa para orientar e sugerir as alterações adequadas a sua alimentação.