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Conheça os benefícios de incluir na sua alimentação o caju fruta típica da nossa região.

Enviado em 10 de janeiro de 2011, às 16h27min


Encontra condições ideais de cultivo no litoral do Nordeste. Prefere solo seco devendo seu plantio ser realizado na estação chuvosa. Prefere clima tropical e subtropical. Uma árvore com 4 anos pode produzir de 100 a 150 kg por ano.

 

E o cajueiro, seu representante mais conhecido, árvore rústica, espontânea e nativa do Brasil, mais precisamente da zona arenosa litorânea de campos e dunas, que vai do nordeste até 0 baixo Amazonas, está hoje disseminada por todas as regiões tropicais do globo. Temos hoje o maior cajueiro do mundo, também conhecido como cajueiro de Pirangi, está localizado na Praia de Pirangi do Norte no município de Parnamirim.

 

Nativo do Brasil, o caju vem da palavra indígena acaiu, que significa "noz que se produz" - uma menção à verdadeira fruta do cajueiro, a castanha, também rica em nutrientes como niacina (vitamina B3), fósforo, ferro e alguns tipos de gordura benéfica. A polpa - chamada de pedúnculo ou pseudofruto -, nas cores que variam do amarelo ao vermelho e rosado, tem cinco vezes mais vitamina C do que a laranja e fibras.

 

 

Como comprar - Escolha as frutas de consistência firme, que estiverem sem manchas ou machucados na casca.

Como conservar - Segundo o pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical, Ricardo Elesbão, em temperatura ambiente, o caju dura cerca de dois dias e, na geladeira, embalado em filme plástico, resiste por até uma semana. "O caju pode ser congelado da seguinte forma: coloque-o inteiro no freezer por 24 horas; depois disso, embale-o em plástico próprio para congelamento ou conserve-o em um recipiente com tampa. Mantenha-o embalado, no freezer, por até seis meses."

Como consumir - A castanha torrada serve como petisco e pode, ainda, compor pratos doces e salgados. A polpa é utilizada no preparo de sucos, sorvetes e compotas.